O ativo principal não é transferível por si
A continuidade da oferta depende da situação dos atos autorizativos e das exigências aplicáveis à estrutura da operação. Esses pontos precisam ser examinados antes do fechamento.
Uma operação educacional exige examinar regulação, qualidade acadêmica, finanças e condições de continuidade. A Vértice conecta essa investigação às decisões e aos instrumentos da transação.
A Vértice estrutura e executa a due diligence de aquisição de instituições de ensino superior, do lado do comprador ou do vendedor. O trabalho organiza evidência por requisito, quantifica o risco e liga cada achado ao mecanismo contratual que o trata.
A continuidade da oferta depende da situação dos atos autorizativos e das exigências aplicáveis à estrutura da operação. Esses pontos precisam ser examinados antes do fechamento.
Medidas de supervisão e limitações de oferta podem afetar receitas futuras e o plano de integração. A análise regulatória complementa a leitura das demonstrações financeiras.
Vagas, ocupação, evasão e infraestrutura ajudam a avaliar a capacidade de oferta. A expansão projetada exige premissas de demanda e viabilidade regulatória.
Imunidade e certificação de entidade beneficente podem não sobreviver a uma aquisição por veículo com fins lucrativos. Quando isso acontece, não é ajuste de preço: é outro negócio.
O instrumento tem 305 requisitos. Estes são os eixos que cada frente persegue antes de entrar no detalhe.
O credenciamento está vigente e o recredenciamento foi protocolado no prazo? Cada curso tem ato de reconhecimento? Há supervisão, termo de saneamento ou auto de infração aberto?
Qual o IGC e a tendência? Há curso com conceito baixo que bloqueie expansão, financiamento estudantil ou crédito bancário?
O corpo docente tem titulação e regime compatíveis? O registro acadêmico é exportável ou há dependência de fornecedor?
Qual o EBITDA normalizado, sem renegociação maquiando inadimplência? A necessidade de capital de giro no ciclo de matrícula é suportável?
A imunidade ou a certificação beneficente sobrevive à estrutura da operação? Qual o efeito tributário da própria aquisição?
Há professor contratado como pessoa jurídica? A hora-atividade fora de sala é remunerada? Qual o passivo oculto de folha?
Quem controla de fato? Quais contratos terminam com a mudança de controle? A marca é da instituição ou de um sócio?
O campus tem AVCB, acessibilidade e alvará? O imóvel é próprio, alugado ou de um sócio?
Como o reajuste foi aplicado? Há bolsa prometida que vira passivo? Existe ação coletiva ou caso de aluno formado em situação irregular?
Existe base legal para tratar e transferir a base? No cofre da operação há dado pessoal que não deveria estar ali?
Checklist de 305 requisitos em dez frentes, com pergunta de verificação, documento esperado e criticidade. Cada requisito tem código estável — o mesmo citado no relatório e na cláusula.
Documento recebido com nome original, integridade verificada, classificação de sigilo e vínculo ao pedido que o originou. Acesso nominal, temporário e registrado.
Achado, valor em risco e mecanismo contratual. A severidade precisa de consequência descrita e mecanismo de tratamento; informações insuficientes permanecem registradas como limitações.
Gerado da base de achados, não de um documento paralelo. É o mesmo dado que alimenta a negociação do preço.
Leitura de fonte pública — ato, portfólio, vagas, indicadores, certidões — em 12 a 15 pontos. Serve para decidir se a due diligence completa faz sentido antes de assinar carta de intenções.
O que ficou retido no contrato vira ação com responsável, prazo e custo. Achado não é diagnóstico: é trabalho.
A Vértice pode atuar no lado do comprador e no lado do vendedor. Quando isso ocorre no mesmo alvo, o isolamento é técnico, não apenas de conduta: equipes separadas, cofre separado e registro de acesso. Um mandato não vê o outro.
Para os dois, com parede. A competência é a mesma: ler a operação pelo lado regulatório, acadêmico e financeiro. O recorte do relatório muda — o vendedor quer saber o que o comprador vai encontrar, o comprador quer saber o que vai ter de corrigir.
Depende do escopo. Uma frente, como regulatório e qualidade, sai em cerca de três semanas. As dez frentes levam de seis a oito semanas, e o prazo costuma ser definido pela velocidade com que o vendedor entrega documento, não pela análise.
Cofre separado por mandato, acesso nominal com prazo, registro de toda leitura e eliminação no prazo contratado. Nada de dado de alvo em pasta compartilhada geral.
Não. A Vértice entra na leitura regulatória, acadêmica e de risco operacional, e entrega a matriz de achado com o mecanismo contratual sugerido. A minuta, a negociação e a responsabilidade jurídica da operação ficam com o advogado que conduz o negócio.
Dá a triagem pública: 12 a 15 pontos obtidos de fonte oficial, que mostram se a operação merece due diligence completa. A due diligence de fato exige data room — e, sem ele, o que existe é risco não esclarecido, que também se registra.
Vira achado de 'não fornecido'. Existe um recorte específico para isso: documento pedido e não entregue é risco não esclarecido, e o contrato precisa tratar por declaração expressa ou indenização.
A conversa começa pela triagem pública do alvo. Em alguns dias é possível dizer se a operação merece due diligence completa — e o que provavelmente vai aparecer nela.